Consumir pornografia é como trair seu parceiro?

Consumir pornografia é como trair seu parceiro? Essa pergunta levanta debates intensos nas relações modernas. O consumo de conteúdo adulto, antes escondido ou tratado como tabu, tornou-se mais acessível com a internet, e agora é motivo de questionamentos sobre fidelidade, respeito e limites emocionais dentro de um relacionamento.

Para algumas pessoas, assistir pornografia é uma forma de entretenimento privado, sem nenhuma ligação emocional com outras pessoas. Nessa perspectiva, o ato não é visto como traição, mas sim como uma expressão individual da sexualidade — algo que pode até existir paralelamente a uma vida sexual ativa com o parceiro(a). Leia mais

Lidar com o Marido Viciado em Pornografia

diz que a mulher santa ela santifica o marido o grande problema é que a mulher que tem o marido
viciado em pornografia sendo ela cristã ou não ela permite que esse marido traga hábitos costumes e comportamentos pornográficos para dentro da intimidade do casal e quando ela permite que isso
aconteça ao invés de santificar esse marido ela acaba sendo conivente com o comportamento com o hábito pecaminoso. Leia mais

Marido Viciado em Pornografia, Como Auxiliar?

Como saber se meu marido está viciado em pornografia?

Descobrir se o seu marido está viciado em pornografia pode ser difícil, mas existem algumas maneiras de saber. Aqui estão sete formas de descobrir se o seu marido está viciado em pornografia:

Observe seu comportamento: Se seu marido está mais distante do que o normal, passando mais tempo sozinho e se evitando, isso pode ser um sinal de que ele está viciado em pornografia.
Verifique seu histórico de navegação: Verificar o histórico de navegação do computador do seu marido pode lhe dar uma pista se ele está assistindo pornografia.

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Como a pornografia pode alterar o cérebro

A internet banda larga ampliou e facilitou o acesso aos mais variados conteúdos pornográficos. Diante disso, algumas pessoas começaram a relatar em fóruns, comunidades e consultórios que estavam dependentes da pornografia e que talvez algo errado estivesse acontecendo com eles. Talvez fosse influência dos preceitos morais e religiosos, mas a ciência resolveu investigar e provou que há muito além disso. No site Your Brain on Porn – seu cérebro na pornografia, existe muito conteúdo científico acerca do assunto, inclusive ele recomenda iniciar o estudo pelo vídeo abaixo do cientista Gary Wilson, que fala sobre os efeitos do consumo de pornografia (clique no ícone de legendas para acompanhar o vídeo em português). Segundo o cientista, a pesquisa foi motivada por existirem muitos relatos de PIED (Porn Induced Erectile Disfunction), ou, em português, DIEP: Disfunção Erétil Induzida por

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Pornografia ela é boa ou ruim para você?

A pornografia não endossa uma única ética ou abordagem do sexo e, como tal, não pode ser boa nem má. Ela inclui uma vasta gama de produtos – desde fotos caseiras de casais apaixonados até filmes eróticos produzidos em massa para gerar grandes lucros. Uma pessoa deve julgar se a pornografia é boa ou ruim com base em seus valores, na pesquisa científica sobre questões relacionadas à pornografia que mais importam para ela e no efeito que ela tem em sua vida. Continue lendo para aprender mais sobre as implicações psicológicas e sociais da pornografia e como ela pode afetar os relacionamentos.

O que é pornografia?

Uma análise de 2019 feita por um painel internacional concluiu que definir a relação entre a pornografia e seu público é complexo. Até mesmo a Suprema Corte dos Estados Unidos lutou com essa questão por décadas. As pessoas geralmente definem algo como pornográfico quando envolve vídeos ou imagens que são ‘sexualmente explícitos’. Um exame médico detalhado não seria pornográfico sob esta definição, mas uma cena médica sexualizada comercializada para uma comunidade fetichista seria. Leia mais

10 dicas para melhorar o seu relacionamento

Melhorar o relacionamento ou, até mesmo, terminá-lo, costuma estar entre as resoluções de um novo ano de algumas pessoas. Entretanto, muitas dúvidas rondam essa decisão: “será que vale a pena continuar tentando?”; “e se eu me arrepender de terminar?”.

“Antes de tudo, é preciso lembrar que um casal feliz não significa um ‘casal perfeito’, até porque não existe perfeição nos relacionamentos”, alerta Bárbara Bastos, sexóloga clínica e educacional pela FASEX, pós-graduanda em Sexualidade Humana pelo Child Behavior Institute of Miami, especialista em Terapia Cognitiva Sexual e sócia da boutique sensual Désir Atelier.

Segundo ela, um casal feliz pode ter uma série de imperfeições, mas aprende a apreciar as diferenças do outro todos os dias e trabalha em conjunto para criar uma relação especial. “Vemos casais que estão a ponto da separação, mas acabam se redescobrindo em questão de semanas, simplesmente fazendo mudanças sutis em seus hábitos diários”. Leia mais