Uma das formas encontradas por arqueólogos e estudiosos do passado de compreender o estilo e a cultura dos povos que nos antecederam, é estudar o modo como essas pessoas comiam e bebiam, principalmente. A partir das escavações de civilizações enterradas, a sociedade moderna encontrou vestígios que explicam muito das nossas concepções atuais.

Item presente em quase todas essas escavações, o copo é elementar para explicar o desenvolvimento humano, da pré-história onde os copos eram feitos de barro ou argila e ajudam os homens a consumir a água, líquido essencial para o funcionamento do nosso corpo, até os atuais copo stanley que garante uma bebida gelada por horas e até dias, sem precisar colocar na geladeira.

Nesse sentido, é verdade, e podemos dizer sem medo, que a história se explica através dos copos e, consequentemente, das bebidas. Desde os tempos dos homens pré-históricos, passando pela civilização greco-romana, os descobrimentos do período colonial, os cafés que induziram a industrialização, os chás que conquistaram o mundo e os refrigerantes da modernidade. A história se conta pela boca.

O copo de cerveja

A primeira bebida que se popularizou rapidamente, com exceção da água que já era popular – e necessária – desde tempos imemoriais, as cervejas nasceu onde também nasceu a civilização. Na região da Mesopotâmia, atual oriente médio, surgiram os primeiros registros da bebida alcoólica mais querida de muitos. A partir da fermentação do trigo, base alimentar das primeiras sociedades, os homens descobriram ser possível extrair um líquido saboroso. Surgia então a cerveja que conquistaria todo o mundo nos próximos anos.

A era do vinho

Depois, durante a expansão da cultura grega, a bebida também começou a se popularizar em boa parte do planeta. O vinho, bebida feita à base das uvas plantadas nos solos arenosos da Europa meridional, era um item presente em todas as casas da época. Foi o vinho que fez a cabeça de imperadores, derrubou impérios e ajudou a construir o pensamento moderno, desenvolvido a partir dos grandes filósofos gregos que, dizem as más línguas, gostam tanto de vinho quanto de perguntas.

O descobrimento da cachaça

O açúcar foi uma das principais commodities durante alguns séculos. Após o descobrimento das colônias, os grandes engenhos de açúcar também foram o local de nascimento de uma das bebidas mais adoráveis até hoje. A cachaça, um destilado à base de açúcar, foi descoberto pelos escravos que trabalham no processo de refino do açúcar. Esses homens observaram que do teto dos engenhos onde o açúcar era queimado, pingavam gotas saborosas. Eis a descoberta da cachaça.

Um copo para cada bebida

Na medida em que as bebidas foram se popularizando, copos foram sendo feitos. No caso da cerveja, as jarras e nos casos dos vinhos das taças, se popularizaram como itens próprios para consumir essas bebidas deliciosas. Hoje existe uma infinidade de copos, mas ainda é possível encontrar os que são mais adaptados para as rotinas do dia a dia, como os copos stanley que garante uma maior praticidade para quem gosta de manter uma bebida gelada por muito tempo, se precisar ficar abrindo a geladeira.

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